Começam neste domingo (28) e vão até a próxima terça (30) as provas do
vestibular tradicional da Universidade de Pernambuco (UPE). Inscreveram-se para
a seleção 37.544 candidatos, que disputam 2.864 vagas nos 44 cursos oferecidos
pela instituição nos campi localizados na Região Metropolitana do Recife e
também na Mata Norte, no Agreste e no Sertão.
Os portões dos locais de
prova serão fechados às 8h (horário de Pernambuco), para que a prova comece
impreterivelmente às 8h15. Os feras terão até as 12h15 para resolver as
questões, podendo deixar a sala a partir das 11h15. No primeiro dia, serão
aplicadas provas de português e língua estrangeira - na de português, uma
redação e mais interpretação de texto, gramática e literatura.
Na segunda
(29), segundo dia de provas, os feras respondem a questões de geografia,
biologia, matemática e sociologia. No último dia do vestibular, terça (30), é a
vez das provas de história, química, física e filosofia. O local onde cada um
faz as provas - 48 pontos em todo o Estado - está indicado no Cartão Informativo
do Candidato (CIC), conforme o curso escolhido - esse documento
ainda pode ser obtido pela internet. Se houver
divergência de dados, o candidato deve comparecer à comissão de vestibular para
solicitar as correções.
Além do CIC, o candidato deve apresentar
documento de identificação com foto recente para ter acesso à sala de prova.
Para responder às questões, os feras devem levar caneta esferográfica azul ou
preta. A comissão organizadora do vestibular lembra que é proibido levar
telefone celular ou qualquer outro aparelho eletrônico aos locais de provas, sob
a pena de ser excluído da seleção.
UPE dá início neste domingo à maratona do vestibular
sábado, 27 de novembro de 2010
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jorge lucas
às
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Nova data do Enem foi escolhida por ser fora de período letivo, diz ministro
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Nova data do Enem foi escolhida por ser fora de período
letivo, diz ministro
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse
nesta terça-feira (23), em Brasília, que o dia 15
de dezembro foi escolhido para a aplicação das provas do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) para os estudantes prejudicados no exame realizado em
novembro porque a data já está fora do período letivo.
Até o momento, o
Ministério da Educação identificou 2.817 estudantes que foram prejudicados por
erros de impressão nas provas aplicadas no dia 6 de novembro.
nesta terça-feira (23), em Brasília, que o dia 15
de dezembro foi escolhido para a aplicação das provas do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) para os estudantes prejudicados no exame realizado em
novembro porque a data já está fora do período letivo.
Até o momento, o
Ministério da Educação identificou 2.817 estudantes que foram prejudicados por
erros de impressão nas provas aplicadas no dia 6 de novembro.
locação das salas nas cidades onde ocorreu o episódio, facilitando o trânsito e,
nesse caso, vários vestibulares são marcados em dia de semana", disse o
ministro.
Segundo Haddad, as novas provas serão impressas pela mesma gráfica que ficou
responsável pelo exame do dia 6 de novembro, que apresentou problemas em alguns
cadernos entregues aos estudantes. O custo do novo exame ainda não foi calculado
pelo MEC, mas o ministro disse acreditar que seja superior aos R$ 40 registrados
como custo médio por estudante na primeira data da aplicação da prova.
“O Enem tem o custo médio de R$ 40 por estudante. Quero crer que vai sair um
pouco mais caro desta vez. Em função do número restritíssimo de estudantes, o
custo operacional aumenta, mas é um problema da gráfica”, afirmou Haddad.
Indenização
O ministro afirmou
que não entendeu o pedido de indenização
feito pela Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro. A defensoria quer
que seja pago um salário mínimo (R$ 510) para cada estudante que se sentiu
prejudicado pelo Enem deste ano e não puder fazer a segunda prova.
O ministro afirmou
que não entendeu o pedido de indenização
feito pela Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro. A defensoria quer
que seja pago um salário mínimo (R$ 510) para cada estudante que se sentiu
prejudicado pelo Enem deste ano e não puder fazer a segunda prova.
“Não entendi bem a proposta ainda. As pessoas estão sendo reconvocadas para a
prova. Elas vão realizar o exame nas mesmas cidades em que foram convocadas,
está se assegurando um direito dessas pessoas. Não estamos discutindo uma
questão de governo. Estamos discutindo uma questão de Estado. E nós temos de dar
sustentabilidade para esse modelo. Não adianta nós criarmos questões que não
serão fáceis de serem solucionadas”, afirmou Haddad.
Questionado sobre um relatório técnico apresentado pelo Tribunal de Contas da
União (TCU), que pede que gestores do Ministério da Educação sejam multados por
terem supostamente autorizado a impressão de provas que não foram utilizadas, o
ministro afirmou que cabe ao MEC dar suporte para os servidores apresentarem
suas defesas.
“Temos de respeitar a área técnica. Agora o pleno vai votar a matéria, os
servidores vão ter o direito de se defender, de esclarecer. É uma atitude
natural de auditoria, de supervisão de atividade do Executivo. Cabe ao MEC dar
suporte aos servidores apresentarem suas alegações. Esses servidores nem estão
mais no MEC. Enfim, vão ter o momento de se explicar", afirmou.
Na análise do ministro, apesar dos problemas,"o Enem saiu fortalecido". "O
que o país está hoje discutindo é manter o processo seletivo de vestibular ou
não, ou enfrentar o desafio da mudança. E o que as universidades estão
sinalizando é que preferem enfrentar o desafio da mudança do que ficar com um
modelo anacrônico e único no mundo, que é o do vestibular, que tanto tem causado
prejuízo", disse.
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jorge lucas
às
15:13
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